Na escola, conquistamos muitos…
8 de fevereiro de 2010 …amigos!
…amigos!

A entrada na escola é o tema do livro “E essa tal de escola? Como será?”, que retrata as modificações na vida de uma menina vivendo este momento, por meio de ilustrações que possibilitam a abordagem dos medos e inseguranças naturais desta situação.
A história inicia com a imagem dos pais saindo para o trabalho e a criança ficando sozinha, sem a companhia de outras crianças, o dia todo em casa; depois, passa pelas situações de adaptação, até o desfecho, em que a criança aparece feliz e participante na escola. Além disso, as situações de sala de aula, com os colegas brincando, proporcionam conversas sobre as relações de convívio entre as crianças e sobre a diversidade e diferenças.
Coleção Crescer
E essa tal de escola? Como será?
Bel Linhares e Alcy
Para guardar os livros, cadernos, estojos…




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Luminárias de bichos para dar “aquela luz” durante as atividades escolares:




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Porta clips divertidos!



Com muita alegria, publico aqui o texto “Primeiro dia de Aula” da amiga e educadora Lilian Silva. Ela consegue registrar de uma maneira divertida como nós, pais, ficamos cheios de expectativas com esse momento escolar tão esperado e temido ao mesmo tempo!
Tenho certeza de que vocês, queridos leitores, também se identificarão com o texto.
Um ótimo e tranquilo início de ano letivo para os nossos filhos!
PRIMEIRO DIA DE AULA
Um acontecimento e tantas interpretações. Pensam os pais algo como “oh, céus, quanto material!! É até a faculdade???” misturado com “já não era sem tempo”. Se bem que há pais de crianças pequenas – mães, especificamente – que ficam muito, muito apreensivas mediante à mera conjectura de deixar o pimpolho na escola para que lá permaneça por in-ter-mi-ná-veis quatro horas.
Essa tensão de separação mãe/criança é um fenômeno comum e não é raro ouvirmos frases como “e agora, quem me fará companhia em casa?” ou “será que vão cuidar bem dele, lá?”. Já vi até mãe vigiando filho de binóculos – sim, era meu aluno… – pela janela do apartamento para garantir se estava mesmo agasalhado; e ligando para a coordenadora, caso o termostato dela, mãe, não combinasse com a imagem da criança que via, lá no pátio…
E como lidar com isso?
Complicado… Mas temos que ser, nós, mães, fortes! Inclusive porque a criança é criança mas não é boba e se percebe a mãe insegura, põe a boca no mundo para não ficar no ambiente escolar, pois sente que “vai colar” e voltará para as alegrias do lazer em casa .
E é bom que a mamãe entenda que a choradeira para não ficar na escola não tem relação alguma com o amor da criança pela progenitora ou com o tamanho do “apego” maternal. A criança que se sente segura do amor materno tem este amor assimilado, “introjetado”, é justamente aquela que consegue ficar sem a mãe por algumas horas… porque tem a certeza de que voltarão a se encontrar logo, tem segurança para confiar na mamãe quando ela diz que será legal ficar na escola, que a professora é boa gente e que é muito bacana ter amigos para brincar.
E quem é capaz de dizer que confiança mútua não é linda? E como se diz “mútua” entre três partes? Porque, no caso, é entre pais, filhos e escola.
Lilian Silva

Lilian Silva: Bacharel e Licenciada em História pela USP, autora dos Livros História da Bahia (Ática, Fudamental I ) e Interação e Transformação ( Ed do Brasil, Fundamental II). Leciona há 28 anos em escolas particulares nos estados de São Paulo e Bahia.

Brincadeiras nos quintais, cantigas de roda, conversas e histórias ao “pé do fogo”, festas na praça com cantorias e danças… O rico universo da Cultura Popular Brasileira é a fonte de inspiração para o trabalho da Companhia Tempo de Brincar, formada pela atriz e artista plástica Elaine Buzato e pelo músico e compositor Valter Silva. O trabalho é dedicado não só ao público infantil, mas pretende brincar com a criança adormecida em cada um de nós.
Clique em http://www.tempodebrincar.com.br e veja que trabalho bacana!


Dá para resistir?





Hoje, 31 de janeiro, é comemorado o dia do Mágico e a FTD apresenta obra de Luiz Galdino:

O livro O Mágico Errado, do escritor Luiz Galdino, conta as peripécias do mágico Arquibaldo Serafim que vive em uma cidade de mágicos. Mas ele é diferente: tira da cartola animais e objetos nada convencionais, como urubu, pato, gambá. E o público acostumado com coelhos saindo da cartola não gosta de tanta novidade. Como trabalhar no circo se sua mágica não funciona direito?
Serafim está quase desistindo da profissão, quando encontra uma turminha bem humorada. As crianças encorajam o mágico a continuar e aplaudem quando ele faz aparecer bichos diferentes, como um jabuti ou outros animais esquisitos que saem de sua cartola. A aceitação das crianças faz o mágico entender suas diferenças e viver feliz com elas.
Voltada para o público infantil, a história mostra que coisas e situações diferentes podem ser interessantes e que é preciso aceitar o novo para se divertir com o que não é convencional. “O mais importante é a pessoa ser ela mesma. Se você tem um talento, não é necessário enfeitá-lo ou se adequar a um estereótipo. Cada coisa é interessante por si mesma e, assim, o talento fica muito mais evidente”, revela o autor Luiz Galdino.
Sobre o autor: Luiz Galdino nasceu em Caçapava, interior de São Paulo, em 1940. É formado em Artes e escreve desde os 18 anos. Sua obra soma, hoje, cerca de quarenta títulos, que inclui ficção para adultos, novelas infanto-juvenis e obras de não-ficção (ensaios sobre história e pré-história brasileiras). Seus livros conquistaram quase trinta premiações, entre elas o Prêmio Literário Nacional do INL (DF), Prêmio Nacional do Clube do Livro (SP), Fernando Chinaglia (RJ), João de Barro (Prefeitura BH) e Jabuti (SP), além de alguns no exterior, no México, na Alemanha e na Itália.
Sobre os ilustradores: Luiz Carlos Fernandes nasceu em Avaré, interior de São Paulo, e Gilmar nasceu na Bahia, em 1966. A dupla trabalha em redação de jornal e são sócios em uma empresa. Luiz ilustrou, em parceria com outro ilustrador, a coleção “Castelo Ratimbum”. Além de ser ganhador do primeiro lugar na categoria Caricatura, no Salão Internacional do Humor em Piracicaba. Gilmar conquistou o prêmio Waldemir Herzog em 2006, além do HQMIX, em 2002, como o melhor cartunista brasileiro.
O Mágico Errado
Autor: Luiz Galdino
Ilustrações: Fernandes e Gilmar
Editora FTD – SAC 0800 158555
Páginas: 40

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) oferece todos os domingos o PINTE NO MAM, evento de pintura livre coordenado pelo artista plástico Maninho Abreu (foto). O projeto completa o ciclo de programas educativos gratuitos dedicados ao público infantil.
O PINTE NO MAM busca incentivar, de forma lúdica, uma arte mais livre e menos individualista. A atividade é direcionada tanto a adultos como ao público infanto-juvenil, e acontece sempre aos domingos no Pátio das Mangueiras, das 16h às 19h. Entrada franca.
O projeto conta com atividades especiais em PINTE NO MAM CONVIDA, onde cinco artistas serão convidados até o final do mês de março para participarem do encontro. A convidada de hoje, domingo (31/01) é a artista Monica Santos Silva, que vai conduzir a atividade “Construindo com Rubem Valentim“, cuja proposta é explorar o potencial de jogos visuais ambivalentes com a proposta de construção de totens através da pintura, de quebra-cabeças e montagens, através da apreciação das obras expostas na Coleção MAM-BA 50 Anos de Arte Brasileira.
Monica Santos Silva: Artista Plástica formada pela UNIFACS – Universidade Salvador, Pós-Graduanda em Arte Educação: Cultura Brasileira e Linguagens Artísticas Contemporâneas – pela Escola de Belas Artes UFBA.
Mais informações através do NAE – Núcleo de Arte e Educação do MAM (71) 3117-6141
Com esse tempo incerto de sol e chuva, uma boa opção é organizar os brinquedos e outros materiais existentes em casa e montar um espaço de brincadeiras: uma brinquedoteca!
Sugiro algumas atividades que poderão ser adaptadas de acordo com as possibilidades de materiais e áreas:
O local pode ser o quarto, um canto da sala, um quintal. Se tiver varanda ou locais com janelas, deve tomar cuidados e verificar se estão com as grades de proteção, as tomadas vedadas e ficar atenta com os degraus da escada. Com criança, todo cuidado é pouco!
Os materiais vão desde os brinquedos existentes em casa, como também caixas de madeiras, caixas de papelão (pode virar uma cabana) e plásticas que podem ser pintadas ou forradas com papéis coloridos.
Se tiver prateleiras, ótimo! Mas elas não devem ficar muito altas para que as crianças tenham acesso aos materiais, com facilidade.
Vamos aos “cantos” especiais:
Canto do Faz de contas:
Espaço que contém mobílias infantis de dormitório, cozinha, hábitos de higiene, supermercado, kit médico, baú com roupas antigas, sapatos, maquiagens, bolsas, fantasias e adereços.
Canto dos Jogos:
Pode ser no chão ou em uma mesa, o importante é agrupar diferentes tipos de jogos de interesse e de acordo com a faixa etária das crianças para que possam utilizá-los individualmente ou em grupo.
Canto das Histórias:
Aconchegue bem esse espaço com almofadas para que todos se sintam à vontade para realizar prazerosas leituras e participar da hora do conto. Acrescente ao narrar uma história, um fantoche ou improvise uma fantasia.
Canto das Sucatas:
Não pense que esse espaço se transformará em uma bagunça! Pelo menos, até o momento que você e seu filho não estiverem por lá. Aqui vale material de desenho, cola, tesouras com diferentes cortes, papéis coloridos, revistas para recortes, rótulos de produtos, caixas com tamanhos variados, retalhos, matérias diversificados. Tudo para ser recriado e virar um espaço lúdico.



