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Você sabia?

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Que instituições, públicas ou privadas, podem adquirir até 10 mil hectares de terras no Brasil.

10 mil hectares equivalem a uma cidade do porte de Simões Filho-BA.

Na China as cidades rurais têm se transformado em cidades industriais. Acontece que a população de mais de 2 bilhões de pessoas precisam comer. O que fazer? Simples: importar alimentos!

Mas não é isso que a China tem feito. Importar alimentos é muito caro, especialmente para alimentar 2 bilhões de bocas.

A China está fazendo o mesmo que alguns países árabes já fazem há algum tempo: produzem seus próprios alimentos noutros países.

A África já é grande produtora de alimentos para a China e alguns países árabes. Em que pese a fome por que passa o povo africano. As propriedades são de estrangeiros (chineses e árabes) e toda a produção é destinada a eles. E os africanos apenas assistem!

E qual o país que oferece terras a um baixo custo e com facilidade a um estrangeiro? O Brasil, como dito no início deste texto.

Logo seremos grandes fornecedores de alimentos para os chineses, mas e a nossa população?

Já se diz que o nosso nordeste é a “China brasileira”, se assim o é, nossa produção rural será suficiente para a nossa população? Iremos transformar todo o nordeste num imenso pólo industrial?

Os produtos chineses já estão entre nós, inclusive fábricas já se instalam no Brasil, como a Cherry (carros) e com preços muito mais baixos e qualidade bastante razoável.

Mas é preciso cautela para não vendermos a alma.

Temos de aprender com os próprios erros dos chineses e cuidar para que a invasão deles no Brasil seja feita de forma integrada e sustentável, para que tenhamos um jogo de “ganha-ganha”.

É isso!

Mais um pouco sobre Meio Ambiente - Crédito de Carbono

quinta-feira, 4 de junho de 2009

24298086O mercado descobriu que a preservação do Meio Ambiente é um grande negócio.

No best seller “Uma Verdade Inconveniente” de Al Gore, já se faz o prenúncio de como pode ser rentável o negócio cuidar do Meio Ambiente. E o mercado, obviamente, já aposta nisso e colhe os frutos.

A partir da assinatura do Protocolo de Kyoto, os países signatários comprometeram-se a reduzir a emissão de Dióxido de Carbono (CO2) e, obviamente, que o comprometimento passa por todas as empresas e e os habitantes de cada país. E foram criados os chamados Créditos de Carbono

Créditos de carbono ou Redução Certificada de Emissões são certificados emitidos quando uma empresa promove a redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE). Uma tonelada de dióxido de carbono corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional. Assim, aqueles países ou indústrias que não conseguem atingir as metas de reduções de emissões, tornam-se compradores de créditos de carbono. Por outro lado, aquelas indústrias que conseguiram diminuir suas emissões abaixo das cotas determinadas, podem vender o excedente de “redução de emissão” ou “permissão de emissão” no mercado nacional ou internacional..

E até mesmo reduzir a emissão de outros gases que também contribuem para o efeito estufa, pode ser convertido em créditos de carbono, utilizando o conceito de Carbono Equivalente, já que sua poluição é similar.

Créditos de carbono criam um mercado para a redução do efeito estufa atribuindo-se, acreditem, um valor monetário à poluição. Os países mais desenvolvidos podem promover a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa em países em desenvolvimento através do mercado de carbono quando adquirem créditos de carbono provenientes destes países.

Desta forma, países como a China, a Índia ou o Brasil podem ser grandes “clientes” de um país altamente desenvolvido e com diversas multinacionais como a Alemanha.

Acontece que as grandes poluidoras destes mesmos países em desenvolvimento, são, muita vez, empresas alemãs, ou americanas, ou francesas, que transferem suas unidades fabris - poluidoras, para o Terceiro Mundo (expressão em desuso e substituída por “em desenvolvimento”).

Pequenas medidas, como utilizar papel reciclável (muitos bancos brasileiros fizeram isso), geram Crédito de Carbono. Acontece que estas medidas devem ser relativizadas, uma vez que a produção deste papel gera um impacto enorme no Meio Ambiente, em face da enorme energia gasta para a sua confecção.

Se você não sabia, agora já sabe o que é Crédito de Carbono.

E pense duas vezes antes de consumir um produto de uma empresa apenas pelo fato de se auto-proclamar responsável ambientalmente.

Pense nisso!

Mais um pouco sobre Pirataria - 3a Parte

domingo, 24 de maio de 2009

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Você sabia que o terrorista responsável pelo primeiro atentado ao World Trade Center capitalizou-se por meio da venda de produtos falsificados?

Você sabia que os terroristas envolvidos no atentado de Madri se remuneravam pela venda de cds piratas?

Você sabia que bolsas falsificadas são fabricadas em presídios na China por ordem do Exército (Governo) chinês?

Você sabia que o tráfico humano está intimamente ligado à fabricação de produtos falsificados?

Você sabia que a indústria da falsificação fabrica peças para automóveis, colocando a vida de todos em risco?

Você sabia que esta mesma indústria fabrica peças para aeronaves e que a primeira descoberta ocorreu numa oficina da American Airlines, quando constataram que uma peça que duraria 20 mil horas/voo, somente duraria 600 horas/voo?

Você sabia que no ano de 2003 morreram 162 mil pessoas na China por conta de remédios falsificados?

Você sabia que a indústria da falsificação responde hoje por cerca de 5% do PIB mundial?

Você sabia que se o Estado deixa de arrecadar tributos, deixa de fazer por você e toda a sociedade?

Você sabia que pirataria é uma das maiores causas do desemprego mundial?

Pois é!

A inofensiva compra de um produto fake pode ser responsável, juntamente com a compra de milhares de pessoas que pensam da mesma forma, pelos maus tratos ou pela morte de milhares de outras pessoas. Quiçá, até mesmo uma das pessoas que comprou o produto pirata ou objeto de furto/roubo. Algumas destas informações foram extraídas do livro Ilícito, de Moisés Chaim.

É isso!