Designer cria cartão de crédito universal

O cartão pretende unir todos em um único objeto/Fotos:Divulgação
É fácil encontrar pessoas que possuem diversos cartões de crédito, um para cada uso e situação. O resultado (além da dor de cabeça na hora de pagar as contas) é uma carteira cheia de cartões de plástico que acabarão no lixo assim que terminarem suas validades. Para acabar com esse problema e ainda aumentar a segurança dos usuários, o designer Kim Young Suk criou uma base de cartão que poderá receber diferentes chips e servir para diferentes contas e bancos.
A ideia é simples e bastante semelhante à dos celulares de chip. O produto possuirá uma pequena entrada onde o usuário poderá acoplar um chip. Esse pequeno dispositivo irá conter as informações referentes aos cartões selecionados e será utilizado para armazenar todos os dados de transações e movimentações feitas pelos cartões.

Um chip armazenará as informações e um botão ajudará a selecionar qual cartão usar
Para selecionar a conta e/ou banco que deseja usar, basta girar um botão no topo do cartão. Automaticamente o dispositivo fará a identificação das informações, exibindo no corpo do cartão uma imagem idêntica à da parte frontal do original e passará a funcionar como um cartão de crédito ou débito comum.
O usuário, então, poderá utiliza o cartão naturalmente. Assim que a transação for concluída, o recibo gerado será exibido no próprio dispositivo (evitando o uso de papel) e as informações ficam armazenadas no cartão de memória. Depois, é só girar o botão novamente e selecionar outro banco ou conta para ser usada.

Além de dar mais segurança e praticidade, o produto pretende reduzir a produção de cartões e diminuir a geração de lixo
Para o criador, essa ideia poderá ajudar a reduzir a quantidade de cartões produzidos em todo mundo, aliviando o meio ambiente. Além disso, ele acredita que um cartão único ajudará a proteger os usuários de fraudes e clonagens, também comuns nos dias de hoje.
Apesar das boas intenções, Kim Young Suk ainda terá que planejar uma forma de convencer todos os bancos e comércio em geral a adaptarem seus sistemas de compra e venda a esses modelos de cartões. Enquanto isso não acontece, fica a boa ideia no ar.

