Treinador já tinha até passagem marcada para Salvador

19 de março de 2010

Tá ficando cada vez mais feio para a diretoria do Vitória negar que havia fechado a contratação de Paulo César Carpegiani e depois voltou atrás. O jornalista Marcus Pimenta, da rádio Tudo FM, descobriu que até passagem marcada para Salvador o treinador tinha.

Segundo Pimenta, Carpegiani viria de Porto Alegre num vôo da TAM na noite de quinta, às 21h. A viagem, porém, foi remarcada para esta sexta, às 6h15, na mesma companhia, e posteriormente cancelada.

Depois que o negócio melou, o desespero de Carpegiani foi tamanho que ele chegou a negar a si próprio. Disse ao repórter Matheus Carvalho, da TV Bahia, que não tinha dado a entrevista ao site ClicRBS declarando categoricamente que seria o novo técnico do leão.

Autor da matéria, Juliano Schuller ficou surpreso ao saber da negativa de Carpegiani. O jornalista queria marcar uma entrevista sobre Copa do Mundo com o ex-volante do Brasil em 1982.  Só que o treinador alegou não ter agenda para atender ao pedido, pois estava de viagem reservada para Salvador, onde reassumiria o tricampeão baiano.

Leia a matéria de Schuler no link:

http://www.clicrbs.com.br/esportes/rs/noticias/futebol,2842257,Paulo-Cesar-Carpeggiani-e-o-novo-tecnico-do-Vitoria.html

Águas de março?

Diante dos fatos, é mais que evidente que Carpegiani tinha um acerto para dirigir o Vitória, mas que a diretoria recuou. A não ser que o treinador estivesse muito a fim de vir fazer turismo em Salvador, mas tenha desistido de última hora. Talvez por causa das chuvas que se aproximam. Malditas águas de março…

Carpegiani nega retorno. Será?!

19 de março de 2010

carpegianiA imprensa do Brasil inteiro está dando que Paulo César Carpegiani vai voltar a ser técnico do Vitória. Mas o próprio negou, em entrevista por telefone ao repórter Matheus Carvalho, da TV Bahia, na manhã desta sexta-feira.

O treinador confirmou a sondagem rubro-negra, mas revelou ter recusado a proposta. “Fica para uma próxima”, disse. Resta saber se Carpegiani não vem mesmo ou se está só despistando.

O site da RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, entretanto, traz declaração do técnico afirmando o acerto com o leão: “estou voltando para terrinha”, teria dito Carpegiani. A mulher do técnico também confirmou a transferência ao site Globoesporte.com.

O presidente do Vitória teria comentado que “Ricardo Silva já caiu” a um interlocutor, no aeroporto de Guararapes, em Recife, depois do triunfo sobre o Náutico, insinuando a demissão do até agora técnico. Na manhã desta sexta a assessoria do clube, porém, emitiu comunicado rechaçando a saída de Ricardo Silva.

Conselheiros relatam que na reunião do conselho na última segunda-feira, a maioria dos membros votou pela saída de Silva. Alexi Portela foi a Recife decidido a efetivar a dispensa, mas acabou recuando após o surpreendente sucesso nos Aflitos.

Nesse emaranhado de desmentidos e declarações contraditórias, fica difícil confiar em alguém. É esperar para ver o que o destino reserva para o Leão da Barra.

Bravura, covardia e trapalhada

18 de março de 2010

atletico_bahiaNão assisti o jogo do Vitória, mas ouvi relatos e vi os principais lances. Soube que o time passou sufoco e não apresentou o futebol que se espera. Mas foi bravo, valente, salvou a noite e a honra do futebol baiano na rodada desta quarta da Copa do Brasil.

O rubro-negro segurou o Náutico em Recife com um Viáfara iluminado e ainda conseguiu fazer um gol num lampejo de inspiração do contestado Bida. E que golaço! Trouxe um triunfo heróico na bagagem, a vantagem de empatar para seguir em frente e deu tranquilidade para o técnico Ricardo Silva, que balançava depois da derrota do fim de semana em Feira. Valeu, leão!

Irritação

Já em Goiânia, constrangimento e irritação para quem gosta de bom futebol e torce pelo sucesso dos times baianos. Constrangimento pela escalação do Bahia - quatro volantes e só um atacante para enfrentar o todo poderoso Atlético de Goiás. Por favor, não era para tanto, ein Renatão? Quem era Naninha…

Irritação por ver um time acuado, frouxo, medroso e tudo mais que você possa imaginar que remeta à covardia. Aí alguns vão dizer: mas o tricolor jogou bem o primeiro tempo, dominou o jogo. Dominou o quê, rapaz?! Levou o gol de Tiui e só não tomou outro porque o mesmo atacante foi incompetente na hora da cabeçada na área, livre, leve e solto.

O Bahia teve mais posse de bola, mas, e daí?! Não criou nada digno de nota, além de um bom chute de Bruno Silva defendido por Márcio. O time de Renato Gaúcho passava do meio-de-campo e não sabia o que fazer com a bola. Não dava continuidade às jogadas de ataque. Também pudera, com Abedi na criação, é dose… E tem outra: Rodrigo Gral é esforçado e tudo mais, se movimenta, é raçudo, mas é muito pouco para o que se espera de um camisa nove do Bahia. Por que Lima é tão pouco aproveitado?

O segundo tempo foi pior. O “ferrolho” desandou, a marcação cochilou e só deu Atlético. Fernando salvou até os 40, quando o Bahia cadenciava o jogo, acomodado com a derrota magra, mas Marcão apareceu e praticamente selou o destino tricolor na Copa do Brasil.

Os Trapalhões

A única coisa que aliviou minha intolerância com a atuação tricolor foi a hilária substituição de Apodi pelo atacante Wilson Jr. O cara tinha que entrar no lugar de Abedi, mas se atrapalhou com o nome parecido dos colegas e deu o toque errado para o “regra-três”. Cena digna do saudoso seriado “Os Trapalhões”, os ídolos do meu amigo Roque Alves. Lembrei até da musiquinha trilha das mancadas de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias.

O que frustra mesmo é olhar para o Atlético e ver que o os goianos não são essa Coca-Cola toda. A equipe de Geninho tem suas virtudes, mas a defesa é fraca e o meio não marca tão bem assim. Qual o craque deles?! Não passam de uma equipe esforçada e disciplinada.

Não justifica e nem explica o verdadeiro pavor dos goianos que a escalação do Bahia acusou. Se tivesse outra postura, o tricolor podia ter voltado com um empate, no mínimo. Agora, complicou e muito. Mas o nível mediano do adversário e a esperança de que o Tricolor pode fazer as pazes com sua tradição e jogar para cima deles na volta ainda me fazem acreditar. É torcer…e rezar.

Foto: Ricardo Rafael / O Popular / Futura Press

Alcoolismo F. C.

16 de março de 2010

Semana passada a questão do alcoolismo no futebol foi bastante discutida por conta do caso Adriano. Convivi de perto com um atleta que sofria do mal em um dos clubes onde trabalhei.

Sem exagero, foi o jogador mais promissor que vi em divisões de base nesses 10 anos de labuta no esporte. O cara era bom demais. Basta lembrar que eu acompanhei de perto a formação de Daniel Alves, por exemplo. Mas, acredite, o atleta em questão prometia mais. Meio-campista, ambidestro, chutava bem de fora da área, conduzia a bola com maestria, visão de jogo rara e presença de área. Craque. Defendeu a Seleção e tudo.

O problema era a bebida. Consumia compulsivamente, quase que todos os dias, desde as categorias amadoras. Na base, chegou a fugir da concentração, faltava treinos e desaparecia com freqüência, sem dar satisfação. Trouxe o vício para o time profissional e, junto com ele, os prejuízos à carreira. Repetiu na equipe de cima exatamente os mesmos desvios comportamentais.

Apresentou-se algumas vezes visivelmente embriagado, sem condições de treinar, e vez ou outra arrumava confusão com os companheiros - uma vez chegou a socar um deles em discussão na concentração.

Tinha um problema crônico físico e não se dedicava aos tratamentos, em parte, por conta do vício. O álcool acabou sendo um trampolim para drogas mais pesadas. Foi pego em exame antidoping. Resultado: de promessa, virou decepção. Defendeu times grandes, mas não se firmou. Pesaram os recorrentes problemas físicos, mal curados por causa do vício e ao antiprofissionalismo. Além do temperamento forte e confusões que sempre protagonizava.

Joga até hoje, ou melhor, tenta, infelizmente, sem sequer ser a sombra do que prometeu um dia.

Responsabilidades

Usei este caso como ilustrativo para embasar uma crítica. Acho que tanto com o atleta citado como em tantos outros, falta atitude do clube formador.

Reprimendas e multas salariais, punições adotadas pela agremiação onde trabalhei, são paleativos que não resolvem. É preciso um acompanhamento psicológico e encaminhamento para instituições competentes, como o alcoólicos-anônimos, por exemplo. E isso assim que o mal for detectado.

Vindos de famílias pobres, em alguns casos com históricos de maus tratos sofridos pelos próprios pais, até mesmo vítimas de violência doméstica de alcoólatras, é natural que um ou outro jogador descambe para o alcoolismo.

Aos clubes cabe ter mais responsabilidade nestes casos, afinal de contas, além da questão humanitária, os atletas são o segundo maior patrimônio destes, depois de suas torcidas.

Bahia na telinha nesta quarta

15 de março de 2010

A Rede Bahia de Televisão confirma a transmissão para todo o estado do jogo entre Atlético-GO e Bahia, nesta quarta, às 21h50, pela Copa do Brasil, direto do estádio Antônio Accioly, em Goiânia.

A partida terá os competentes e amigos Thiago Mastroianni na narração, Jorge Allan nos comentários, além de Matheus Carvalho nas reportagens de campo. Vale a pena conferir o principal teste do esquadrão de aço na temporada até aqui. Imperdível.

Processo

15 de março de 2010

Depois de sofrer na mão dos “similares” Corinthians - de Alagoas - e Bahia - de Feira -, tá rolando boato que o departamento jurídico do Vitória vai entrar com processo por danos morais contra o atual governador de São Paulo, José Serra, por ter criado a lei dos genéricos quando ministro da saúde.

Será?!

Surpresa e alerta

15 de março de 2010

Surpreendente o começo da segunda fase do Baianão. Menos pela goleada do Bahia, já que o time do Feirense é sofrível, e mais pela derrota do Vitória para o Bahia de Feira.

Eu não esperava. Depois do brilhante jogo do meio de semana na Copa do Brasil e da volta do Barradão, achei que o Vitória ia, enfim, deslanchar na temporada. Ledo engano.

E não venham botar a culpa no árbitro Jaílson de Freitas. As duas expulsões, de Egídio e Berola, foram justas e merecidas. No é a primeira vez que expulsões inconsequentes prejudicam o time. No último Bavi também foi assim.

Ao invés de transferir responsabilidades, cabe um puxão de orelhas nos jogadores. O Vitória não pode ficar pagando tão caro pela imaturidade de certos atletas.

Não acho que a derrota ameace a presença do rubro-negro nas semi e depois na decisão do Estadual. Continuo apostando em mais um Bavi na final.

O problema é que a vantagem no somatório geral de pontos caiu para apenas um ponto em relação ao Bahia - segundo colocado. Agora são 28 pontos do leão contra 27 do esquadrão. E é este critério que define a vantagem.

Se quiser decidir no Barradão, o Vitória vai ter que jogar muito mais, não vacilar de novo e ainda reforçar o olho grosso para cima do tricolor.

Marcelo quer sair e ir para o Galo

5 de março de 2010

mareclo_por_robson-mendes1Apesar do presidente Marcelo Guimarães Filho ter negado, via twitter, há sim uma proposta dos Emirados Árabes para tirar o goleiro Marcelo do Bahia. Só que não é esta a oferta que seduz o jogador, e sim a do Atlético-MG, revelada em primeira mão pela TV Bahia, na última terça-feira. O Tricolor tem conhecimento das duas negociações.

A revelação foi feita a fontes próximas ao jogador. Marcelo quer sair do Fazendão, mas para defender a meta do Galo. Deseja trabalhar com o técnico Vanderlei Luxemburgo, que considera um dos melhores do país, num time de primeira divisão, ganhar mais projeção e fazer seu nome no futebol nacional.

Considera-se muito novo – 26 anos – para uma experiência no Oriente Médio. Tem medo de ser esquecido por lá. Ademais, a proposta não é assim tão irrecusável do ponto de vista financeiro, como se cogitou.

O empresário do arqueiro, Orlando da Hora, chegou a dizer à rádio Tudo FM esta semana que Marcelo estava de malas prontas para seguir para os Emirados, onde seria treinado pelo ex-Bahia, Paulo Bonamigo. Trabalharam juntos ano passado, na reta final da Série B, onde o guarda-metas foi decisivo para evitar o retorno do clube à terceira – bate na madeira, pé-de-pato, bangalô três vezes! – divisão.

A declaração do agente, entretanto, parece fazer parte de estratégia para valorizar o agenciado junto aos mineiros.

Galo

Apesar de já contar com Aranha e Carini, o Galo quer um goleiro. Luxa pediu Marcelo ou Fábio Costa, que, inclusive, é desafeto do “Paredão” tricolor. Brigaram quando jogaram juntos no Corinthians. O Santos, porém, já disse que não libera o ex-rubro-negro. A prioridade do Atlético-MG agora é o camisa 1 do Fazendão.

O timão, dono dos direitos federativos de Marcelo, já topou a liberação para os mineiros. Falta o Bahia. Marcelo negou que haja multa rescisória dele com o Tricolor. Também não abre mãos dos três meses de salário que tem a receber, como forma de saldar a suposta multa, hipótese que tem sido divulgada.

Mágoa

Atraso salarial, por sinal, é o principal motivo para o jogador querer deixar o Bahia, apesar do imenso prestígio que tem perante a torcida, da qual é hoje o maior ídolo.

Há três meses sem ser pago, mostrou mágoa ao falar que foi o único entre os remanescentes de 2009 a não ganhar o salário de dezembro, quitado na semana passada. Sem jogar há um mês, por contusão, pegou o cheque, mas, na hora de sacar, não havia fundos. O que mais o irrita é que não foi a primeira vez que isso aconteceu.

Marcelo também está chateado com o presidente, seu xará. Disse que já tinha um acordo para deixar o clube, mas que agora Marcelinho deu para trás.

É esperar o desfecho desta novela que, ao contrário da maioria, caminha para um final infeliz, ao menos para a Nação Tricolor.

Foto: Robson Mendes (Correio)

A hora de pendurar a coroa

4 de março de 2010

RamonRonaldo Fenômeno, 33 anos, avisou: pára no fim do ano que vem. São Marcos, 37, também já tem data para a aposentadoria: 2010 é a temporada derradeira. Ramon Menezes, o Reizinho da Toca, quase 38, e até agora, nem sinal de pendurar a coroa.

O fim da carreira é um tabu para o melhor jogador do Vitória. Ele evita falar publicamente sobre o assunto. Esquiva-se e não estabelece prazos. Deixa claro o desconforto. Compreensível. É difícil, para qualquer um, e não só para os boleiros, lidar e admitir que vai parar definitivamente de fazer o que mais ama. As decisões eternas são as piores. Sempre.

É inegável, porém, que o fim da linha para Ramon está próximo. Não que falte categoria. As belas atuações no Estadual e os gols - é o artilheiro do time no ano - mostram isso. Mas uma hora a idade pesa e, infelizmente, não tem jeito.

O contrato com o leão vai até o final deste ano. O meia vai cumpri-lo e não deve parar por aí. A amigos, já confidenciou que quer jogar até o ano que vem. No próprio Vitória, em outro time do Brasil ou do exterior – ele é um sonho antigo dos árabes -, a carreira deve se esticar até a metade de 2011.

Cuidados

Não duvido que vá manter o alto nível de atuações até lá. Ramon se preocupa muito com a forma. Não perde noites, não bebe, leva uma vida regrada e é até adepto da medicina ortomolecular (uso de substâncias e elementos naturais, como vitaminas, minerais ou aminoácidos, para manter o equilíbrio do corpo). Aderiu ao tratamento por conta própria, para se manter produtivo e não entrar para o time dos ex-jogadores em atividade. Tem conseguido.

Quando, não há certeza. Talvez o próprio Ramon ainda não saiba. Mas fato é que o encerramento da carreira está bem próximo. Como bem lembrou meu amigo Matheus Carvalho, que me sugeriu este post, é bom aproveitar.

Quem viu, viu e não vai esquecer. Quem não viu, tem pouco tempo para ver e não se arrepender mais tarde de ter perdido a chance de ver em ação um dos maiores jogadores do futebol baiano em todos os tempos.

Foto: Márcio Costa e Silva (Correio)

Inspiração

3 de março de 2010

peleFaltam exatamente 100 dias para começar o maior espetáculo da Terra: a Copa do Mundo de Futebol.

A ocasião me fez lembrar do homem que mais conquistou Copas e corações com a bola nos pés: Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé.

Eu não vi Pelé jogar. Mas, pra reconhecer o que ele fez e ter a dimensão exata do muito que ele representa e do gênio que foi dentro dos gramados, tê-lo visto jogar é algo pouco relevante.

Basta conhecer seus números e feitos, ou então, ler alguns relatos dos privilegiados que não só o viram atuar, mas tiveram a honra de jogar contra ou ao lado dele. É o que segue abaixo.

“Subimos juntos para cabecear. Eu e Pelé. A lei da gravidade obrigou-me a descer ao solo. Perplexo, olhei para o alto. Ele permanecia, como um helicóptero, tentando a cabeçada. Conseguiu.” - Fachetti, lateral da Seleção Italiana, vice da Copa de 1970

“Fixei meu olhar em Pelé. A bola estava em seus pés. Ele não virou a cabeça. Não olhou para trás. Ninguém gritou pedindo a bola. Jogou um pouco atrás. Advinhou que Carlos Alberto estava chegando. Só os duendes podem explicar o que houve.” - Albertosi, também jogador da Itália em 1970, ao comentar o último gol do Brasil naquela Copa, que saiu de um passe genial de Pelé para Carlos Alberto.

“Pelé podia virar-se para Michelangelo, Homero ou Dante e cumprimentá-los com íntima efusão: - Como vai, colega?” - Nelson Rodrigues, 1958

“O futebol de Pelé impediu uma avaliação exata da qualidade de muitos jogadores que atuaram de 1958 pra cá.” - Almir Pernambuquinho, ex-jogador de futebol

“Como se soletra Pelé? Com as letras D-E-U-S” - Diálogo imaginário publicado no jornal inglês The Sunday Times

“O maior jogador de futebol do mundo foi Di Stéfano. Eu me recuso a classificar Pelé como jogador. Ele está acima de tudo” - Puskas, segundo a FIFA, um dos cinco maiores jogadores de futebol de todos os tempos.

“Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica.” - Cruijff, maior ídolo do futebol holandês.

“Se Pelé não tivesse nascido homem, teria nascido bola.” - Armando Nogueira.

Meu desejo é que na Copa da África, que começa daqui a 100 dias, inspirados na magia do Rei, nossos craques façam como ele: marquem história, ganhando e, sobretudo, encantando.